Em março de 2025, o monotrilho da Linha 17 Ouro completou um percurso importante entre o Pátio Água Espraiada e a Vila Cordeiro, cobrindo 4,5 km. O trem operou inicialmente com energia de baterias antes de migrar para a alimentação elétrica convencional. O trajeto incluiu passagens pelas estações Washington Luiz, Brooklin Paulista, Vereador José Diniz, Campo Belo e Vila Cordeiro, totalizando 2,7 km na ida e 1,8 km no retorno.
A velocidade foi mantida abaixo do padrão para permitir a coleta de dados sobre o comportamento dinâmico da composição. Essas informações são essenciais para ajustes antes dos próximos testes, que avaliarão desempenho em velocidades máximas e diferentes cargas.
Energia e eficiência em foco
No mesmo dia, o trem operou com energia fornecida pelos trilhos elétricos, que funcionam em 750 volts de corrente contínua. A retificadora da estação Vereador José Diniz garantiu o abastecimento durante o trajeto entre essa parada e a Vila Cordeiro. O objetivo foi verificar a interação entre o veículo e o sistema de alimentação, um passo crítico para assegurar estabilidade e segurança.
Esse tipo de avaliação é comum em projetos de mobilidade urbana, mas ganha destaque pela complexidade do monotrilho, que exige precisão em curvas e rampas. O Metrô de São Paulo lidera os testes, buscando entregar um transporte rápido e confiável para a região.
O que esperar nos próximos passos
Com essa fase concluída, a equipe técnica prepara novos experimentos, incluindo medições de aceleração, frenagem e resposta a variações de carga. Cada teste aproxima a Linha 17 Ouro da operação comercial, que promete melhorar a conexão entre bairros movimentados da capital paulista.
A expectativa é que, após todas as verificações, o monotrilho seja integrado à rede de transporte da cidade, reduzindo tempo de deslocamento e aumentando a capacidade de passageiros. Para investidores e gestores públicos, esse é um sinal claro de que a infraestrutura de transporte avança, mesmo em meio a desafios técnicos.
FAQ – O monotrilho em detalhes
1. Qual a importância dos testes dinâmicos? Eles avaliam como o trem se comporta em movimento, identificando ajustes necessários antes da operação regular.
2. Como funciona o sistema de energia do monotrilho? O trem usa baterias em trechos iniciais e depois migra para trilhos elétricos alimentados por retificadoras.
3. Quando a Linha 17 Ouro deve entrar em operação? Ainda não há data definida, mas os testes indicam progresso consistente rumo à inauguração.